Festa de premiação do Marketing Best acontece nesta terça (1)

PROPAGANDA E MARKETING (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 01/12/2015 • Conselheiros ESPM • 8:01:00 AM

Empresas receberão os troféus no Tom Brasil, em São Paulo, a partir das 19h; evento terá show do Ira!

A cerimônia de premiação da 28ª edição do Marketing Best Best, organizada pela Editora Referência, que edita o propmark, em parceria com a MadiaMundodoMarketing, será realizada nesta terça-feira (1º), no Tom Brasil, em São Paulo, a partir das 19 horas. Além da entrega dos troféus para os vencedores, a festa contará com um show da banda Ira!.

Este ano foram selecionados 21 cases de 16 empresas diferentes. A grande vencedora foi a Gafisa, que teve quatro cases selecionados, seguida de perto pela Diageo, que será premiada três vezes.

As empresas foram indicadas por cerca de 1.500 executivos de marketing de todo o país, escolhidos de acordo com suas expertises e trajetórias profissionais. Os cases premiados foram analisados pela comissão julgadora, presidida por Jomar Pereira da Silva Roscoe, e composta por Décio Clemente, Francisco Alberto Madia de Souza, Francisco Gracioso e José Estevão Cocco. Confira ao lado a lista das empresas vencedoras e de seus trabalhos.

O empresário e publicitário Paulo Giovanni, chairman da Leo Burnett Tailor Made e da Publicis Worldwide no Brasil, que envolve as operações Publicis Brasil, Talent-Marcel, DPZ&T e AG2 Nurun, foi eleito pelos jurados como o Homem de Marketing do Brasil deste ano. Giovanni iniciou a carreira como radialista e apresentador antes de fundar a Giovanni, mais tarde Giovanni+Draftfcb. Após longa carreira no mercado publicitário, o executivo vendeu a operação que levava seu nome à holding Interpublic e lançou a empresa de marketing promocional Mix. O próximo passo foi a criação da Tailor Made, logo absorvida pela Leo Burnet. O prêmio Marketing Best foi criado em 1988 e já premiou mais de 600 cases.

Primeira edição do Summit de Comunicação aborda força do impresso

PROPAGANDA E MARKETING (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 02/12/2015 • Conselheiros ESPM • 9:01:00 AM

Encontro acontece nesta quarta-feira (2), em São Paulo, e reúne importantes nomes do mercado

O propmark, com apoio da Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), realiza nesta quarta-feira (2) a primeira edição do Summit de Comunicação – A Força da Mídia Impressa, que reúne em São Paulo importantes nomes do mercado para disseminar informações, tendências e cases em torno de criações impressas inovadoras e vencedoras.

Divulgação

Julio Zaguini, do Google, fala sobre a construção de marcas

A programação inclui palestras de Nizan Guanaes, chairman do Grupo ABC; Luiz Lara, fundador da Lew’Lara\TBWA; Jacques Claude, CEO do Grupo Gutenberg Networks; José Calazans, analista da Nielsen Ibope; Julio Zaguini, diretor de relacionamento com agências do Google; e Michel Péroni, consultor de marketing de varejo.

De acordo como Fábio Arruda Mortara, VP da Abigraf Nacional e presidente do Sindigraf-SP (Sindicato da Indústria Gráfica no Estado de São Paulo), ao apresentar o Summit na última reunião nacional da Abigraf, a recepção do mercado foi muito positiva. “É um evento sobre o qual a gente guarda uma expectativa muito grande”, disse durante a entrega do 25º Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini, realizado na semana passada.

Mortara adiantou ainda que o evento marca o lançamento no Brasil da revista Print Power, título mundial focado na divulgação da sustentabilidade da impressão. A versão brasileira vai reunir artigos traduzidos e incrementados com cases nacionais.

Alê Oliveira

Luiz Lara, da Lew’Lara\TBWA, é um dos palestrantes do encontro

Idealizado para os profissionais de marketing e publicidade, o Summit de Comunicação volta seu olhar para as transformações do meio no momento em que grandes nomes do mercado, como Miles Young e Martin Sorrell, têm declarado que marcas não se constroem somente com a mídia digital.

O encontro tem início às 8h30, no Hotel Pullman, e segue até às 16h30, abordando em suas palestras temas como estratégia, credibilidade, resultado em vendas e construção de marcas.

PROPMARK ganha novo formato

PROPAGANDA E MARKETING (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 05/12/2015 • Conselheiros ESPM • 8:01:00 AM

Mudança assinada pela Africa faz parte das comemorações pelos 50 anos do jornal

Em 50 anos, de fato, muita coisa pode acontecer. Em maio deste ano, o PROPMARK completou seu meio século de existência e comprovou esta afirmação ao listar 50 inovações que marcaram o período, em uma edição especial e comemorativa pelo aniversário. Agora, neste exemplar, o leitor novamente é convidado a comemorar e celebrar mais uma inovação, essa bem particular e esperada: um novo jornal, mais moderno e prático, para continuar a reunir, semanalmente, as principais notícias do mercado. Com projeto gráfico assinado pela agência Africa, esta edição marca o início do PROPMARK em formato tabloide, papel couché e com novas seções para a distribuição de um conteúdo pioneiro.

Comandado pelo copresidente e diretor-geral de criação da Africa, Sergio Gordilho, o projeto leva a uma melhor experiência de leitura, proporcionada principalmente pela arrojada mudança de formato – a primeira na história do jornal, que até então seguia no estilo standard.

“Primeiro, foi uma grande honra quando o Armando (Ferrentini) e o Marcello (Queiroz) nos convidaram para fazer o projeto, porque o PROPMARK é nossa grande referência, nossa Bíblia da publicidade. Quando fomos discutir o projeto, pensamos em uma nova dinâmica de leitura e achamos que diminuir o formato ajudaria a dar mais peso às matérias. A publicidade, hoje, está passando por tantas grandes revoluções. E o jornal tem de ser pautado por isso. Ele precisa ser hábil a acompanhar esse ritmo e a dar relevância a essas mudanças. Esse formato novo ajuda, quando tiver um assunto que é muito relevante, a concentrá-lo em uma página, ou uma página dupla, sem misturar com outros assuntos.

Alê Oliveira

Bruno Valença, diretor de criação de design, e Sergio Gordilho, diretor geral de criação, que comandaram o projeto dentro da Africa: mudança acompanha o movimento do mercado, deixando o jornal mais leve e a leitura mais agradável

O leitor ganha com a facilidade de leitura, com uma tipologia melhor, com a diferença no manuseio do papel. E as notícias ganham porque começam a ser separadas por assunto. A mudança, além de muito corajosa, representa uma grande vantagem para o leitor e para a indústria”, comenta Gordilho, que trouxe para a execução do projeto o diretor de arte Marcos Marques. “Ele fez a organização do ponto de vista de leitura, tipologia, com a mudança de diagramação. Entrei com a concepção, a ideia, e ele colocou na prática isso tudo. Aqui na agência fomos os arquitetos e decoradores do projeto e o Marques foi nosso engenheiro”, detalha.

Outras mudanças importantes no jornal são o logotipo, que agora aparece todo em caixa alta para ressaltar a força e o peso da marca, a presença de ícones para identificar as seções e a capa com menos texto.

“A gente deixou a marca PROPMARK mais leve agora. O projeto usa uma fonte mais condensada, mantendo as cores e deixando o logo em caixa alta para dar um pouco mais de peso. A capa a gente limpou: vamos com uma imagem grande e duas ou três imagens menores, sem contar tudo o que está dentro do jornal em uma capa. É um jornal com mais presença de branco. Estudamos e fomos atrás de muita coisa que está acontecendo lá fora para fazer o projeto e acho que chegamos em um formato excelente”, reforça Bruno Valença, diretor de criação de design da Africa. Na redação do PROPMARK, o responsável pela implementação do projeto segue sendo o editor de arte do jornal, Adunias Bispo da Luz.

ConteúdoDo ponto de vista editorial, o conteúdo acompanha a mudança gráfica com a implantação de novas seções e a valorização das imagens. “O conteúdo vai ficar naturalmente impactado pelo novo visual, principalmente no aspecto iconográfico e na dimensão das imagens. Conceitualmente, PROPMARK vai manter a mesma dinâmica jornalística que consolidou uma história de 50 anos marcada por agilidade e credibilidade. Com o novo projeto, a proposta é tornar a notícia ainda mais forte e mais atraente. Entre as novidades que abrangem o conteúdo, há uma seção chamada ‘Ideias’ para mostrar a diversidade de expressões envolvendo o marketing que não está necessariamente nos formatos de mídia, e também a ‘Inspiração’, que tem uma proposta de entrar no radar de profissionais das mais diversas áreas do mercado para que possam contar um pouco sobre o que de fato funciona como inspiração para eles”, ressalta Marcello Queiroz, diretor de redação do PROPMARK

A editora do jornal, Neusa Spaulucci, reforça a presença de mais conteúdo analítico nas edições. “Há muito tempo a direção do PROPMARK vinha conversando sobre a reformulação do jornal, pois o mercado exigia um veículo mais moderno, condizente com a evolução e a revolução do mercado editorial como um todo. O novo projeto vai proporcionar uma experiência mais prazerosa de leitura, pois, além do visual, a edição pretende implementar mais conteúdo analítico, sem deixar de lado, no entanto, o factual, a notícia quente, de última hora, uma forte característica do nosso jornal”, diz.

Mudança é a maior em 50 anos

“O jornal sempre mudou. Começou como uma coluna, criada para provocar polêmica e atrair atenção do público editorial da época. Essa coluna logo virou uma página, duas e de repente tínhamos quatro, tudo numa progressão. Até que um dia virou caderno”, lembra Armando Ferrentini, diretor-presidente da Editora Referência, que edita o PROPMARK, passando pela história do jornal que começou como a coluna Asteriscos (inicialmente chamada de Asterístico), há 50 anos, no antigo Diário Popular, hoje Diário de S.Paulo.

Alê Oliveira

Em 50 anos de história, PROPMARK passou por algumas mudanças gráficas e editoriais, mas sempre mantendo o formato standard

Após 19 anos sendo publicada no Diário Popular, a coluna foi transformada em Caderno Propaganda & Marketing e passou a circular como suplemento dos jornais Gazeta Esportiva e Folha da Tarde – com o fim do jornal da empresa Folha da Manhã, substituído pelo Agora São Paulo, o Propaganda & Marketing, em 1999, deixou de ser caderno e passou a ter circulação independente. Em 2007, nova mudança: o jornal teve sua marca simplificada e passou a ser chamado de propmark. “Nesse caminho todo fizemos algumas mudanças para acompanhar o jornal que nos abrigava, mas eram mudanças menos arrojadas do que esta que estamos fazendo. Havia adaptações a cada jornal, mas todas eram do formato standard, o tradicional dos jornais na época. Com nossa independência, nós pudemos então ousar um pouco mais e demos mais cores ao jornal. Mas chega um momento que você tem de arriscar e, consultando muitas pessoas no mercado, chegamos a um detalhe que foi fundamental para ter um novo formato: a po ssibilidade de poder imprimir o jornal dentro de casa”, acrescenta.

Para dar início ao projeto, como lembra Ferrentini, a Editora Referência precisou investir em novo maquinário para sua gráfica, com a importação da Alemanha de uma impressora offset Heidelberg Speedmaster. A partir de agora, o jornal todo, desde o conteúdo até a impressão, passa a ser produzido dentro da casa – até a edição anterior, com data de capa 30 de novembro, a impressão era feita no Estadão.

“O consumo de notícias e informações cada vez maior via plataformas digitais, especialmente por meio dos smartphones, trouxe-nos um desafio nos últimos anos de levar para o impresso a beleza visual e a praticidade do mundo digital. O novo projeto vem ao encontro disso. A impressão em papel couche mantém no impresso o brilho e a nitidez característicos do online. Já o novo formato vai facilitar a leitura e o manuseio. É importante também dizer que a impressão na nossa gráfica vai trazer maior liberdade para a criação de novos projetos editoriais e comerciais. Mas, para tudo isso acontecer, era necessário adquirirmos mais uma impressora, o que se concretizou neste ano com a chegada em outubro da Heidelberg Speedmaster”, reforça Tiago Ferrentini, diretor-executivo da Editora Referência.

 

Caboré entrega suas 13 Corujas

BLOG DO ADONIS (SP) • NOTÍCIAS • 08/12/2015 • Conselheiros ESPM • 12:00:00 AM

A Talent foi eleita a agência de Comunicação do Ano na 36ª edição do prêmio Caboré, promovido pelo jornal Meio & Mensagem. Foram 39 profissionais e empresas finalistas indicados pela publicação, e os 13 vencedores eleitos pelos assinantes. Criada por José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do grupo editorial, a premiação visa os grandes destaques da indústria da publicidade e do marketing de cada ano. O evento reuniu mais de 2 mil convidados no Citibank Hall, em São Paulo. Os vencedores: Talent (Agência), Alberto Pecegueiro, da Globosat (Empresário ou Dirigente), Joanna Monteiro, da FCB (Profissional de Criação), Celina Esteves, da Africa (Profissonal de Atendimento), Marcello Magalhães, da Leo Burnett Tailor Made (Profissional de Planejamento), Adrian Ferguson, da DM9 DDB (Profissonal de Mídia), TV Globo (Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo), Elemídia (Veículo de Comunicação – Plataforma de Mídia), Roberto “Naná” Nascimento, do Canal Discovery (Profissional de Veículo), Itaú (Anunciante), Daniela Cachich, da Heineken (Profissional de Marketing), New Content, (Serviço de Marketing) e O2 Filmes (Produção).

Prêmio Caio reconhece destaques de 2015

PROMOVIEW (RJ) • PREMIAÇÕES • 17/12/2015 • Conselheiros ESPM • 12:01:00 AM

O Prêmio Caio realizou, na noite de 15 de dezembro, o tradicional reconhecimento para o segmento M.I.C.E.

A 16ª edição, realizada em São Paulo, distribuiu centenas de troféus para empresas do setor, divididas em 120 categorias dos segmentos de Sustentabilidade, Eventos, Serviços, Empreendimentos, Destino para Eventos de Grande Porte e Destino para Eventos de Médio e Pequeno Porte. Também foram premiadas 15 personalidades do ano.

Durante a abertura do prêmio, Sergio Junqueira Arantes destacou a importância do setor para o momento econômico do País. “Nós desmentimos a crise. Ela não chega ao nosso pedaço. Pesquisas mostram que as empresas que cresceram em 2015 foram as que mantiveram ou aumentaram o investimento em marketing.”, afirmou.

Depois, Arantes homenageou o diretor-presidente da Editora Referência, Armando Ferrentini. “Ter um jornal por 50 anos é coisa de doido. E, no ano em que o Propmark completa 50 anos, ele se rejuvenesce.”, disse Arantes, referindo-se ao novo projeto gráfico do jornal. “Enfrentar o mercado por 50 anos é estafante, mas é extremamente gratificante. Ao chegar ao cinquentenário, percebe-se que valeu a pena.”, falou Ferrentini ao agradecer o prêmio.

Executivos da Innova recebem Prêmio Caio

Entre as centenas de empresas premiadas, destaque para a Kissus que recebeu o Jacaré de Bronze pelo case 50 anos de jornalismo publicitário, da Editora Referência. O evento, com apoio da ESPM, foi uma comemoração do cinquentenário do Propmark.

A sócia-diretora da empresa, Suzy Scherb, foi receber o troféu. “Esse prêmio representa uma realização. Este é o Oscar dos eventos e para quem trabalha com isso há 30 anos é um momento de consagração. Ainda mais com um case tão especial como essa homenagem ao Propmark, que a ESPM também assina.”, falou.

Já a Innova – All Around The Brand conquistou Ouro com o case “Break Space” criado para a marca de absorvente feminino Intimus, da Kimberly-Clark.

A agência assinou o lounge da marca no Elle Fashion Winter Preview, e, baseada no conceito “Crie suas próprias regras”, convidava as visitantes a quebrarem as regras mais incômodas do seu dia a dia, escritas em uma calcinha de gesso. As regras eram quebradas por suas autoras quando colocadas dentro de uma cabine com um pêndulo, acionado por um botão. Confira o case completo aqui.

A Pepper foi a agência mais premiada da noite com a conquista de 15 prêmios. “O ano de 2015 foi um dos mais difíceis que já enfrentamos com esse cenário econômico extremamente adverso que se apresenta, com isso, nossa estratégia foi focar na entrega e na qualidade do produto criativo para conseguir destaque para as marcas dos clientes. Além do reconhecimento expressivo aqui, estamos muito felizes de ter dez diferentes clientes premiados em diversas categorias, demonstrando que o nosso expertise multiplataforma e nosso foco criativo está sendo efetivamente aplicado.”, comenta Fabio Trevisan, VP de Estratégia e Negócios da Pepper.

Equipe da Pepper comemora resultados no Prêmio Caio realizado em São Paulo.

A d.mattos também foi premiada, conquistando dois Bronzes, sendo um na Categoria Convenção com o projeto Convenção Nacional Biolab/Avert e Categoria Responsabilidade Social com o Projeto do Instituto C&A, Encontro de Voluntários.

Case criado pela d.mattos para o Instituto C&A.

Fonte:: Assessoria Innova.

 

Grupo multidisciplinar faz encontros para estreitar relações

PROPAGANDA E MARKETING (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 22/12/2015 • Conselheiros ESPM • 10:01:00 AM

Os 50 integrantes se reúnem a cada dois meses para ratificar amizade

O início do Grupo dos 100 Amigos é um mistério. Foi em junho de 1998, quando 16 amigos receberam uma carta – sem assinatura – propondo que eles se reunissem para um almoço. “Ninguém sabe de quem foi a iniciativa”, lembra Wagner Yoshihara, secretário do Grupo dos 100 Amigos.

Alê Oliveira

José Francisco Queiroz e Luiz Lara são alguns dos 50 integrantes do grupo, que reúne amigos do mercado publicitário a cada dois meses

E foi assim que começou o grupo, que tinha um objetivo simples. “Nossa meta era meramente um encontro de amigos, onde não se falava de trabalho. Era algo necessário para a gente não acabar sendo engolido pela rotina”, afirma Yoshihara.

No primeiro ano, foram realizados quatro encontros, que sempre eram realizados em algum restaurante de São Paulo.

Assim que passou a integrar o Grupo dos 100 Amigos, em 2001, Wagner Yoshihara achou interessante deixar alguns encontros já predefinidos. “Depois que eu entrei no grupo, dei a ideia de que os encontros começassem a ser realizados nos meses pares, sempre nas segundas sextas-feiras no mês”, conta o executivo. A ideia deu certo e os encontros costumam ter um bom quórum.

Diferentemente do que diz o nome, o grupo não é composto por 100 amigos, mas a metade disso. “Na realidade, deve ter sido uma brincadeira sobre o nome, mas o grupo possui 50 pessoas”, revela.

Os integrantes são, basicamente, publicitários, muito embora profissionais de outras áreas também estejam no Grupo dos 100 Amigos, como advogados, jornalistas e publishers, entre eles Armando Ferrentini, diretor-presidente da Editora Referência (que edita o jornal PROPMARK e as revistas Propaganda e Marketing). Ferrentini integra o grupo há oito anos.

Existe uma regra básica para poder fazer parte das reuniões e ser um dos 50 integrantes. “Não pode faltar muito. Se passar um ano sem aparecer, você acaba sendo jubilado”, revela Yoshihara. Para entrar na turma, é preciso ser indicado por um dos integrantes que já fazem parte do grupo. Mas não é só isso. “O nome do indicado é levado para votação”, avisa Yoshihara. Só após a aprovação dos outros é que o profissional é convidado a integrar a turma.

De 1998, quando foi realizada a primeira reunião, até hoje foram 91 almoços. E histórias, como não poderia ser diferente, não faltam. Os encontros, por exemplo, já viraram tema de um CD, que foi produzido por Geraldo Leite e Ricardo Corte Real. O último encontro de 2015 foi realizado no dia 11 de dezembro.

Evento internacional na Unesp foca criatividade e comunicação

JCNET.COM.BR  • GERAL • 14/1/2016 • Conselheiros ESPM • 9:00:00 AM

Evento faz parte do projeto de integração que tem como coordenadoras Célia Retz e Ana Cortijo

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) Júlio de Mesquita Filho realiza em Bauru, no próximo dia 28, quinta-feira, às 18h30, o 2.º Festival de Criatividade e Comunicação: Da Classe ao Mercado Internacional. As informações são dos organizadores.

O evento, no ginásio Guilhermão, finaliza a segunda edição do projeto “De la clase a la cuenta – Da classe ao mercado”, uma parceria entre a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac), da Unesp sob coordenação geral da professora Célia Retz, e a Universidade de Sevilha (Espanha), com a coordenação da professora Ana Cortijo.

O projeto é experiência de formação profissional pioneira e tem como proposta montar, com alunos das duas universidades envolvidas, agências de comunicação que têm clientes reais, e criam ações comunicativas baseadas em briefing previamente definido. “‘Da classe ao mercado’ é uma oportunidade de contato internacional e, ainda, prepara o aluno para a inserção no mercado de trabalho. Nesta edição, as agências brasileiras tiveram como cliente o Exército Brasileiro”, pontua a organização.

O desafio lançado pelo Exército aos alunos que participaram do curso foi o de criar uma campanha nacional de comunicação para as escolas de formação do Exército. Para isso, foi solicitado que eles planejassem e executassem ações online e offline com o público de interesse do Exército: os jovens.

Resultado

Depois de cerca de seis meses de trabalho, as agências de comunicação formadas por alunos de vários cursos da Faac apresentam o planejamento e as peças de comunicação criadas por eles para o Exército. O material, exibido publicamente durante o 2.º Festival de Criatividade e Comunicação, será avaliado por um corpo de jurados formado por profissionais de comunicação do Brasil e da Espanha.

O evento, que começará às 18h30, além de mostrar e premiar o trabalho dos participantes, terá uma ampla programação cultural. Entre a apresentação das agências, dos planejamentos de comunicação feitos por elas e do resultado dos jurados, haverá shows de dança com a companhia Gira Corpo, de música com a Banda Sinfônica Municipal de Bauru e da Naumteria, bateria da Unesp de Bauru. Também haverá exposição fotográfica do Exército com o tema Missões de Paz e Ajuda Humanitária.

Além do voto dos jurados, escolhendo a melhor agência, será dado o prêmio de agência mais popular, escolhido pelo público, que receberá uma pulseira, com código de barras lido por um leitor ótico, que registrará o voto da plateia via Internet.

Para a professora Raquel Cabral, coordenadora do curso de extensão na Unesp, o evento é uma importante oportunidade de aproximação da universidade com a comunidade e o mercado de trabalho, sobretudo na área de comunicação.

Júri

O júri será composto por representantes do Exército Brasileiro; pela professora Ana Cortijo, da Universidade de Sevilha; João Jabbour, diretor de redação do Jornal da Cidade; Eric Ursine, do departamento de marketing da TV Tem; Ana Sílvia Lopes Médola, representante dos docentes da Unesp; professor Mauro de Souza Ventura, coordenador do programa de Pós-graduação em Comunicação da Faac-Unesp; professora Maria Aparecida Ferrari, de Relações Públicas da ECA-USP; Regina Maia, gerente de comunicação interna da Raízen.

E ainda: Roberto Duailibi, publicitário fundador da DPZ; Rodrigo Rondon, presidente da APP/Bauru e diretor da Pão e criação; Douglas Ramos, publicitário da Agência Talent Marcel de São Paulo; Pedro Ubeda, consultor internacional da Agência Andaluza de Promoção Exterior (Espanha); e agência Aurus, formada por ex-alunos da Faac/Unesp vencedores da primeira edição do evento.

Serviço

O 2.º Festival de Criatividade e Comunicação da Unesp acontece no dia 28 de janeiro, a partir das 18h30, no anfiteatro Guilhermão da Unesp, na Av. Eng. Luís Edmundo Carrijo Coube, 14-01. A entrada é grátis e aberta a todos os interessados. O evento será transmitido ao vivo pela Faac WebTV, com tradução simultânea para o espanhol. Mais informações pelo sitehttp://www.delaclasealacuenta.com/?lang=pt.

 

Boni se lança como autor de ficção

O GLOBO ON LINE (RJ) • CULTURA • 29/11/2015 • Conselheiros ESPM • 7:01:00 AM

No livro ‘Unidos do outro mundo’, empresário simula própria morte e encontra família, amigos e desafetos

RIO – Tudo começou como saudade. Saudade que José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, sentia dos amigos que já se foram. Como encontrá-los por aqui seria empreitada custosa, o empresário decidiu, então, morrer para chegar até eles. Só na ficção, claro. O resultado dessa brincadeira, dessa “revisão afetiva”, é o livro “Unidos de outro mundo – dialogando com os mortos”, primeiro título do selo Estação Brasil, da editora Sextante, em parceria com a Rara.

– Como comecei na TV muito jovem, as pessoas com quem convivia eram mais velhas. Elas foram morrendo e eu fui ficando sozinho – explica ele, conhecido como o “Todo-poderoso” da Globo, emissora que ajudou a conceber e na qual ficou por 31 anos, de 1967 a 1998.

No livro, Boni é vítima de um acidente de carro fatal na avenida Niemeyer. Morto, mas totalmente consciente, logo encontra João Araújo (1935-2013), presidente da gravadora Som Livre por anos. Com seu copo de uísque Black & White na mão, João se torna seu relações-públicas no céu. “Você acabou de entrar para o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Outro Mundo”, avisa ele.

É a deixa para que o empresário, atualmente com 80 anos, comece um acerto de contas com o passado. Pelo caminho, encontra a mãe, Kina, o pai, Orlando, avós, tias, primos. Na ala profissional, esbarra com Paulo Gracindo, Cassiano Gabus Mendes, Chico Anysio, Chacrinha, Dercy Gonçalves, Carlos Manga e Roberto Marinho, entre outros. Alguns amigos da vida inteira. Outros, desafetos com quem precisava se entender, diz. Enfim, faz “reconexões”, como gosta de definir.

– É uma pena que a gente perca pessoas que quer bem, sem ter resolvido com elas os problemas que queríamos ter resolvido. Registrei ali coisas que gostaria de ter dito em vida a elas – observa Boni. – Sempre disse que consegui passar a vida toda sem meu pai. Mas confesso que ele me fez muita falta.

Os personagens, conta, foram selecionados aos poucos. E à medida que os amigos iam morrendo, ele ia mudando os “componentes” da agremiação.

– Eu quis colocar pessoas mais populares, mais conhecidas do público. Aí morreu o Carlos Manga (diretor), reabri o livro. Depois foi o Miele (Luiz Carlos, ator), mudei de novo. Aí veio a Yoná (Magalhães, atriz). Estava rezando para não morrer mais ninguém – comenta ele, que usou somente histórias verdadeiras como exemplos.

Em tom bem-humorado, Boni retoma esses tais casos antigos e tenta ficar “quite” com gente como o ator Sérgio Cardoso, magoado pelo então diretor ter dado a Paulo Gracindo e não a ele o papel do bicheiro Tucão, em “Bandeira 2”, de 1971. Com Walter Clark, com quem trabalhou na Globo, Boni tenta esclarecer muitos mal-entendidos que envolvem a relação profissional dos dois, e a saída de ambos da emissora.

Com Roberto Marinho, ele relembra uma história antiga, de quando o fundador da TV Globo pensou em lhe dar 50% da TV Sorocaba, presente que ele se recusou a receber. Também relembra quando ouviu do mesmo a frase “Boni, foi Deus que colocou você no meu caminho”.

– Só coloquei a frase no livro porque havia o Jorge Adib de testemunha. Senão, teria vergonha – afirma ele.

“não há alfinetadas”

Embora garanta que “o livro é puramente acadêmico”, o leitor pode notar, aqui e ali, críticas à atual programação da TV. Em uma das passagens, quando descobre que ganhará homenagem no “Fantástico” – programa que criou -, pergunta se pode ficar de costas para o aparelho. Em outra, ouve do autor Cassiano Gabus Mendes que a Globo exagerou no futebol depois de sua saída da emissora.

– Não há alfinetadas, há brincadeiras. Não vejo o livro crítico em nenhum momento. Vejo brincadeiras com o atual momento da TV. Aos 80 anos, a gente não tem mais vontade de fazer crítica.

Serviço

“Unidos do outro mundo – dialogando com os mortos”

Autor: Boni.

Editora: Estação Brasil.

Páginas: 288.

Preço: R$ 39,90.


PROPAGANDA E MARKETING (SP) • ÚLTIMAS NOTÍCIAS • 30/11/2015 • Conselheiros ESPM • 10:01:00 AM

Duailibi palestra em Brasília sobre o terrorismo no mundo

A pedido de Aldo Rebelo, publicitário falas aos oficiais do Emfa

Divulgação

Publicitário Roberto Duailibi

A pedido do ministro Aldo Rebelo, da Defesa, o publicitário Roberto Duailibi fará uma palestra aos oficiais do Emfa (Estado Maior das Forças Armadas), nesta segunda-feira (30). O evento acontece em Brasília e abordará o momento conturbado pelo qual passa o mundo, com diversos conflitos armados e terrorismo. Duailibi irá expor a forma como várias frentes dos governos e do terrorismo trabalham a questão da comunicação e da propaganda de seus atos para atrair adeptos, sobretudo os jovens.

Roberto Duailibi é um dos principais publicitários brasileiros. Ele iniciou sua carreira em 1952, e passou por agências como CIN, atual Leo Burnett, JWT, WMcCann e Standard Propaganda, atual Ogilvy. Em 1968, associou-se a José Zaragoza, Francesc Petit e Ronald Persichetti na formação da DPZ. Duailibi também é escritor, professor e um dos palestrantes mais requisitados no Brasil.


PROMOVIEW (RJ) • MERCADO • 20/11/2015 • Conselheiros ESPM • 12:01:00 AM

What Design Can Do! desembarca na Capital paulista

O evento internacional What Design Can Do!, realizado há cinco anos em Amsterdã, na Holanda, desembarca em São Paulo em 7 e 8 de dezembro, no Teatro Faap.

Criada com a ideia de conectar os designers aos principais problemas sociais de nossa era, a conferência evoluiu para um movimento maior. Hoje, é um espaço no qual designers de diversos países inspiram uns aos outros com boas práticas no campo do “social design” por meio de debates e sessões especiais com mesas redondas e workshops.

A edição brasileira do What Design Can Do! já tem ingressos disponíveis e traz cerca de 20 palestrantes de diversas áreas de todo o mundo para dois dias inteiros de apresentações. Designers, arquitetos, jornalistas, estilistas e chefs de cozinha vão trocar experiências criativas e discutir sobre a visão do design em temas relevantes relacionados a questões urbanas, consciência cultural e natureza.

A escolha de São Paulo para receber o evento está ligada à rica cena cultural da cidade que é conhecida mundialmente, porém tem problemas de uma grande metrópole em fase de mudanças sociais, culturais e econômicas.

Entre os embaixadores e conselheiros do evento no Brasil estão nomes relevantes, como o publicitário Marcello Serpa; a especialista em economia criativa Ana Carla Fonseca; a jornalista e curadora Adélia Borges; o chef Alex Atala; o designer Marcelo Rosenbaum; a jornalista e crítica Maria Helena Estrada; os designers Irmãos Campana; o arquiteto e designer Giancarlo Latorraca e Miriam Lerner, diretora do Museu da Casa Brasileira.

“Muitas pessoas já se convenceram que o design é muito mais que um exercício estético.”, afirma Richard van der Laken, fundador do What design Can Do!. “Com este evento em São Paulo, nós queremos explorar e compartilhar o impacto do projeto com um público verdadeiramente internacional. Por essa razão, São Paulo é um passo importante para nós.”

A edição brasileira da conferência tem parceria com a Mandacaru, com a arquiteta Bebel Abreu à frente da produção executiva. A empresa se dedica a realizar exposições e conferências relacionadas às artes gráficas no Brasil e no Exterior, assim como o AGI Congress e a 10ª Bienal de Design Gráfico.

Fonte: Assessoria.


PORTAL INTELIGEMCIA (SP) • NOTÍCIAS • 11/11/2015 • CONSELHEIROS ESPM

Conheça os vencedores do 28° Prêmio Marketing Best

A Editora Referência e o MadiaMundoMarketing, organizadores da maior premiação do marketing nacional, divulgam os cases e empresas vencedoras do Marketing Best 2015.

Foram premiados 21 cases, que representam as mais relevantes e criativas iniciativas de marketing no Brasil, após análise criteriosa da Comissão Julgadora, presidida por Jomar Pereira da Silva Roscoe, e composta por Décio Clemente, Francisco Alberto Madia de Souza, Prof. Francisco Gracioso e José Estevão Cocco.

O vencedor da categoria “Marketing Citizen”, que homenageia o empresário que, pela excelência de seu desempenho e trajetória, transforma-se em exemplo a ser reverenciado em todo país é Paulo Giovanni. Um comunicador nato que começou sua carreira como radialista e apresentador antes de fundar a Giovanni Comunicações, mais tarde, Giovanni+Draftfcb. Hoje é presidente da Publicis Worldwide Brasil e Sócio presidente da Leo Burnett Tailor Made.

A solenidade de entrega dos prêmios do 28º Marketing Best, uma grande festa aguardada e tradicionalmente disputada pelos profissionais do meio, acontecerá no dia 1º de dezembro, a partir das 19h, no Tom Brasil Nações Unidas, zona sul de São Paulo (SP). Por volta das 22h, o Ira! trará ao palco a energia e os inúmeros sucessos de uma das mais importantes bandas do rock nacional.

Conheça os cases vencedores do Prêmio Marketing Best 2015:

Empresa

Case
AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente Aniversário do Bem: a celebração que engajou as redes sociais.
APAE DE SÃO PAULO Doe sem Dó
Apex-Brasil Expo Milão 2015 – Participação Brasileira
Audi do Brasil Audi 2015
Avianca Brasil The Way Brazil Is Back
Barilla Messaggio
Brookfield Incorporações Minha Mãe, Meu Lar.
Diageo Cîroc, Ícone de Celebração em Alto Estilo
Diageo Um brinde à vida real
Diageo/ JOHNNIE WALKER Campanha de Consumo Responsável #HojeNãoDirijo
ESPM ESPM – Quem faz Transforma
Gafisa Gafisa no Pedaço
Gafisa Preview 067 Hermann Jr- Casa Cor 2015
Gafisa Conceito Home & Share
Gafisa Gafisa e Circo dos Sonhos
JBS Friboi. Aqui tem confiança
MasterCard Viva momentos que não têm preço com MasterCard Platinum. Das alegrias do dia a dia a momentos inesquecíveis.
Polenghi Tudo Pode com o Nosso Creme de Ricota
Seara Seara. A qualidade vai te surpreender.
Shopping SP Market Vagas Inesquecíveis
Vigor Danubio


PORTAL DA PROPAGANDA (SP) • NOTÍCIAS • 11/11/2015 • Conselheiros ESPM • 12:00:00 AM

Aidia+BC vence concorrência para o atendimento multidisciplinar da QBE Brasil seguros

Agência será responsável por ações integradas de comunicação, fortalecendo a marca da companhia seguradora no mercado nacional.

A QBE Brasil Seguros, empresa com 2,6 milhões de segurados no Brasil, contrata, depois de concorrência, a aidia+BC para ser a sua primeira agência de publicidade com demanda multidisciplinar no País. O Grupo QBE é líder no mercado nacional de Seguro Viagem e visa fortalecer sua marca no Brasil. Com 129 anos, é a maior seguradora da Austrália, onde surgiu, e atualmente está presente em 38 países.
Para expandir suas ações em território nacional, a QBE conta com o apoio da agência publicitária para tornar os serviços da empresa mais populares, como observa Raphael Alexander Swierczynski, presidente da QBE Brasil Seguros: “A visão alinhada e criativa da equipe da aidia+BC ajudará a aproveitarmos melhor as oportunidades de tornar nossos produtos e ofertas mais conhecidos e próximos das necessidades da população brasileira”. Com expectativa de fechar 2015 com crescimento de 40%, o presidente da companhia conta que, apesar da atual situação econômica nacional, o Grupo QBE aposta no Brasil. “Manteremos nossos investimentos, principalmente em segmentos corporativos. Tanto que no último ano faturamos por volta de R$ 200 milhões em prêmios e estamos crescendo bem acima dos 6% da média registrada pelo mercado”, completa.
A aidia+BC já começa a criar campanhas publicitárias e a desenvolver ações promocionais e estratégias de comunicação para feiras e eventos. Em breve estreará na mídia a primeira campanha institucional da empresa no Brasil, onde a QBE está presente desde 2003. “Inicialmente, vamos trabalhar os valores da marca e em seguida focaremos na comercialização dos produtos mais importantes, como Seguro de Automóveis e o QBE Max, voltado para Equipamentos de Construção e Mineração, com cobertura all risks como diferencial. Como olharemos o todo, vamos aplicar estratégias em todos os formatos e plataformas, para construir ações de comunicação realmente integradas”, comenta Adriana Cury, sócia e diretora de criação da agência.
Outro serviço oferecido pela QBE Brasil Seguros é o Flex Seguro Auto, que oferece planos 40% a 50% mais baratos que os tradicionais comercializados no País. O produto é voltado para o público sem acesso ao seguro de automóvel, que hoje está em cerca de 60% a 70% da frota nacional, de acordo com a seguradora. Com 60 projetos em andamento, o Grupo QBE oferece diversos produtos no Brasil, desde Seguro de Crédito Comercial até para pets. “Nossa meta é reforçar o slogan “Made Possible by QBE”, por terem a versatilidade de encontrar maneiras efetivas às necessidades dos seus diversos clientes. Nosso trabalho será o de potencializar esta percepção, independente das mídias aplicadas”, explica o sócio e diretor de criação da aidia+BC, Paulo Augusto Cesar, o Pepê.
Esta é a segunda conquista da aidia+BC desde o seu lançamento no mercado brasileiro, em setembro. A agência surgiu após a fusão entre Aidia Branding Business Design e a BC Comunicação. A primeira conquista foi a conta da Petz, maior rede de lojas do segmento pet da América Latina. Também disputaram a concorrência pela conta da QBE Brasil Seguros as agências Moma, Le Pera, Adag e Visia.


BLOG DO ADONIS (SP) • NOTÍCIAS • 07/11/2015 • Conselheiros ESPM • 12:00:00 AM

ALMAP É A AGÊNCIA DO ANO NO EL OJO 2015

Serpa e Sanches: Melhores Criativos da região

Mesmo sem GPs, a Almap BBDO manteve sua hegemonia em festivais latinos e foi eleita Agência do Ano na 18ª edição do El Ojo de Iberoamerica, encerrado nesta sexta-feira (6) em Buenos Aires. Além disso, Marcello Serpa, que já deixou a agência, e Luis Sanches, seu sucessor na Criação, conquistaram o troféu de “Melhor Criativo do Ano”. Como novidade, o país também teve o Melhor Diretor de ena, com a eleição de Rodrigo Saavedra, da argentina Landia, que ficou com o título de Produtora do Ano do festival. A Agência Independente do Ano é a We Believers, do mercado hispânico dos Estados Unidos, e o Anunciante do Ano a ONG espanhola “No somos delito”, que assina a campanha “Hologramas”, a maior vencedora do El Ojo 2015. Com os 11 Ouros conquistados no último dia do festival, o Brasil somou 31 Ouros, 47 pratas e 50 bronzes. Os Ouros brasileiros no 3º dia do El Ojo de Iberoamerica: VIA PÚBLICA- “Fila&rdqu o; da Almap BBDO para Aspirina/Cafiaspirina, “HIV Positivo”, da Ogilvy para Institucional o Grupo de Apoio à Vida (2 Ouros). GRÁFICA- “Fila”, da Almap BBDO para Aspirina/Cafiaspirina (2 Ouros) e “Avó”, da Almap BBDO para 4 Zona Climatização/Volkswagen (2 Ouros). “Meninos Presos” da Lew’Lara\TBWA para Fundação Abrinq e “100” da F/ Nazca Saatchi & Saatchi Leica Gallery. TERCER OJO- “Doll”, da FCB Brasil para Nivea.


PORTAL NOTA 10 (PR) • NOTÍCIA • 05/11/2015 • Conselheiros ESPM • 12:01:00 AM

Claudio de Moura Castro ministra palestra na PUCPR

Nesta quinta-feira (5), às 17h, a PUCPR promove palestra com o economista Claudio de Moura Castro. Com mestrado pela Universidade Yale e doutor pela Vanderbilt University, trabalhou em instituições como o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, Capes e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

É especialista em educação, autor de mais de 35 livros, 300 artigos e colunista da Revista Veja. O evento, gratuito e aberto à comunidade, será no auditório John Henry Newman localizado na Biblioteca do Câmpus Curitiba da PUCPR – Rua Imaculada Conceição, 1155. A palestra abre o II Simpósio de Internacionalização, realizado pela PUCPR com o objetivo de promover a reflexão e difusão de iniciativas de internacionalização da Universidade.


REVISTA TRIP (SP) • PÁGINAS NEGRAS • 12/11/2015 • Conselheiros ESPM • 12:00:00 AM

Entrevista com Marcello Serpa nas Páginas Negras

Daniel Klajmic

Marcello Serpa em retrato para a Trip

“A mesma sociedade que se questiona sobre seu destino e sobrevivência no planeta é a que leva ao limite a ideia de inovação, com produtos que devem ser substituídos e superados a cada dia, numa velocidade cada vez maior.” Pode não parecer, mas a análise é de um publicitário. Na verdade, de um atual ex-publicitário, Marcello Serpa, 52 anos, que no último dia 30 de setembro, depois de 34 anos devotados à propaganda, decidiu apear de seu cavalo e sair de cena.

“Foi uma necessidade interna de mudança”, fala. Sua carta de despedida da AlmapBBDO, agência que comandou nos últimos 22 anos ao lado do amigo e sócio José Luiz Madeira, teve centenas de likes e compartilhamentos no Facebook. Nela, Serpa cita um conto de Tolstói, “De quanta terra precisa um homem” (1880), a história de um camponês que, guiado pela ganância, quer terras demais e acaba terminando sem nada – ou melhor, apenas com o espaço da cova em que, no fim, é enterrado.

Quando leu o conto, aos 30 anos, Serpa diz ter tido “uma epifania”: decidiu que quando chegasse aos 50 pararia para pensar. Não queria seguir adiante “freneticamente sem saber o motivo”. A ideia agora, diz Serpa, é tirar dois anos sabáticos, morar um tempo no Havaí, com a mulher, Joanna, e os dois filhos, Maria e Paulo. “Aí, vou ver realmente o que eu quero fazer. Se é continuar na propaganda, se é montar um pequeno estúdio de design, que é meu sonho de infância.”

Arquivo pessoal

Na Alemanha, em 1985: tudo feito à mão

Nascido em São Paulo, Serpa viveu a infância e a adolescência no Rio, onde tomou gosto pelo mar – ainda pequeno, pegava ondas e acalentava o sonho de ser salva-vidas. Por influência do avô, pintor, começou a se interessar por arte. Em 1980, foi para a Alemanha estudar artes gráficas. Lá, num momento pré-queda do Muro, ficou quase sete anos; trabalhou nas agências GGK e R.G. Wiesmeir e conheceu sua primeira mulher, Marion, com quem teve duas filhas, Sophia e Fabiana. Quando retornou ao Brasil, trabalhou na DPZ (onde travaria contato com Francesc Petit) e na DM9, com Nizan Guanaes. Em 1993, com apenas 29 anos, tornou-se sócio da AlmapBBDO.

No mesmo ano, recebeu o Grand Prix do Festival de Cannes. E não parou. Em 2008, foi o primeiro publicitário não anglo-saxão a receber o Lifetime Achievement Award dado pelo Clio. A Almap foi três vezes agência do ano em Cannes, e Marcello conquistou 168 Leões como diretor de arte e de criação.

Serpa ajudou a criar campanhas antológicas, como as que transformaram a Havaianas numa das primeiras grandes marcas brasileiras a conquistar o mundo. Só para a Volkswagen são mais de 20 anos de trabalhos prestados – é de Serpa a campanha de relançamento do Fusca, a pedido do então presidente Itamar Franco. Apaixonado pela marca, acompanhou com tristeza a notícia recente de que a empresa adulterou por anos o sistema dos carros turbo-diesel para parecer que eles poluem menos. “Marcas são falíveis, como qualquer um de nós”, diz. “Vão ter de assumir suas responsabilidades, ajoelhar no milho e se desculpar. Isso não é o fim, mas sim o começo de uma nova maneira de se relacionarem com as pessoas.”

Arquivo pessoal

Em 1964, Marcello Serpa com os pais, Paulo e Roberta, e o irmão mais velho, Ricardo

Serpa acredita que muitas marcas acabam exagerando em suas credenciais ecológicas e sustentáveis. “A propaganda não pode inventar história, ela tem que fazer a história ficar bonita, mas tem que ser ancorada na realidade, senão fica frágil”, afirma. Ele sabe que os desafios que a propaganda tem pela frente são imensos. Sobretudo porque se a sociedade muda e “a propaganda vai a reboque da sociedade”, como convencer alguém a comprar algo num mundo que, cada vez mais, combina catástrofe climática, consumo compulsivo e crescimento a todo custo? Com que discurso fazer isso? A pergunta da fábula de Tolstói parece ganhar tons de slogan fatal de época: afinal, de quanto precisamos para viver?

Depois de 34 anos na propaganda, 22 deles dedicados à Almap, você deixou a agência, em setembro. Quais são os planos agora? Amanhã vou para a Nicarágua, surfar. Passar uns dez dias. Parar não é uma decisão tomada da noite para o dia. É uma necessidade interna de mudança. Fiz questão de não ter plano nenhum. Quero, agora, tirar uns dois anos pelo menos, um tempo para que eu possa descobrir outras paixões, coisas que eu tinha vontade de fazer e não consegui. No momento, estou vendendo essa casa [no Jardim Paulistano, em São Paulo], indo para um apartamento menor. Tenho um plano inicial de passar um ano fora com a família. Vamos para o Havaí. Aí, vou ver realmente o que eu quero fazer. Se é continuar na propaganda, se é fazer outro tipo de projeto, se é montar minha empresa de design, que é meu sonho de infância, ter um pequeno estúdio de design.

Por que o Havaí? Eu pego onda desde moleque, desde os 10 anos, e sempre viajei muito. Fui pra Indonésia, Fiji, Costa Rica, Maldivas, sempre surfando e levando a família. Há uns cinco anos deu uma chuva aqui em São Paulo, absurda, no fim de ano, e eu já tinha passado vários réveillons na cidade debaixo d’água, então falei “o dólar tá bom, vamos alugar uma casa no Havaí”. Alugamos uma casa por lá, mais barato do que na Bahia na época, e ficamos um mês. Deu supercerto e então fomos de novo, de novo, e agora a gente vai passar um ano por lá. É bom para as crianças, aprender a falar inglês, ter uma experiência diferente. E o Havaí tem uma vantagem: é um ambiente muito simples, com galinha ciscando na rua, o North Shore, tudo bem tranquilo, e ao mesmo tempo tem Honolulu, que fica a apenas 50 minutos dali, que tem toda a estrutura possível.

Marcinho David Gomes

Surfando Mantawai na Indonésia, foto que foi capa de outubro de 2005 da Trip

Em que momento você entendeu que deveria sair de cena? Quando eu tinha 30 anos, li um texto do Tolstói chamado “De quanta terra precisa um homem”, isso me fez pensar: do que eu preciso? Qual é a quantidade de conquistas pessoais que vão me satisfazer? Será que tem outras coisas além desse acúmulo de resultados, de prêmios, de dinheiro, de conquistas pessoais? Até quando isso basta? Na época em que li esse texto, ele provocou em mim um pensamento: decidi que aos 50 eu daria uma olhada para tudo e me perguntaria se era a hora de parar. Para mim era importante me questionar. Será que eu vou querer me tornar o pintor que eu não fui e queria ser? Será que eu vou querer me tornar o designer que não fui? Será que vou querer pegar um veleiro e viajar pelo mundo? Eu sou um cara vaidoso, um pouco egocêntrico (mais vaidoso do que egocêntrico), e acho que, depois desses 22 anos de Almap, tenho o ego cheio o suficiente para cinco gerações de Serpas [risos]. Se eu tiver alguma crise de aut oconfiança, posso me alimentar desse passado. Foi isso. Eu senti essa necessidade de zerar, pular no desconhecido, descobrir o que posso fazer.

Agora vai poder voltar a pintar com mais frequência… É, eu pinto sempre. Sou um pintor diletante. Meu avô materno, Ruy Albuquerque, foi pintor a vida inteira, foi professor da Escola de Belas Artes do Recife, e eu cresci com ele pintando, desenhando, o verniz, as tintas a óleo. Eu sentava do lado dele e ficava misturando tinta. “Olha, quando a Lua bate na água em Copacabana, esse reflexo aqui, você usa o branco para fazer o reflexo no mar que é azul-escuro.” Então ele me ensinava conceitos de luz, cor. Um dos meus sonhos de moleque era cursar belas-artes. Cheguei a visitar uma universidade em Munique, mas decidi pular das belas-artes pro design, que na Alemanha eles chamam de “arte aplicada”. Eu achava interessantíssimo usar a arte, o trabalho do artesão, do desenho, da pintura, em função de algo. Um logotipo, um pôster, o cartaz de uma peça, a capa de um disco, uma campanha publicitária. Usar a arte em função de alguma coisa. Isso me fascinou desde o início. Sempre tive mu ito pudor de me chamar de artista. Eu sou um designer gráfico, um publicitário, um vendedor. Agora quero até me dedicar mais a isso, mas só vou fazer uma exposição no dia que tiver certeza de que meu trabalho com pintura for suficientemente bom para não passar vergonha [risos], esse pudor eu tenho também. Eu vou pintar pelo prazer de pintar, porque sinto necessidade.

Arquivo pessoal

Com a mulher, Joanna, em Fiji, 2009

Essa é uma tensão recorrente na propaganda, não? Há muita gente que tem uma formação artística, pretensão artística, mas que diz estar na propaganda de passagem, para juntar uma grana, antes de se dedicar ao seu sonho. A propaganda sempre foi isso, desde os tempos do Toulouse Lautrec, o cara precisava ganhar dinheiro e fazia uns pôsteres, ganhava dinheiro fazendo propaganda. O que faz a propaganda ser interessante são essas pessoas talentosas, criativas, diferentes. Conheci escritores maravilhosos que trabalhavam em agências, pintores maravilhosos. Eu não acredito no publicitário de carreira, o criativo que é apenas criativo, ele acaba se limitando, se ele não tiver interesses fora da propaganda, se ele não tiver essa ambição ele vai se tornar um criativo que só pensa no mercadinho publicitário, em marketing. As grandes campanhas e as grandes peças de publicidade são criadas por pessoas que vão além do marketing, que estão mais interessadas em criar coisas fantásticas, difere ntes.

Imagino que nos últimos 30 anos o seu ritmo de trabalho deva ter sido bastante intenso. Como é não estar mais diariamente no olho do furacão? Eu sempre fui um cara ansioso, no sentido de querer produzir, fazer, criar, pintar, desenhar, ir ao cliente, vender. Todo publicitário quando dá uma freada perde um pouco o pé. É uma atividade extremamente acelerada, dinâmica. Ao mesmo tempo, claro, é cansativo. E todo mundo fala que a gente precisa melhorar a qualidade de vida, todos os discursos em todos os jornais e revistas, na televisão: tudo está focado na qualidade de vida. Você vê marcas e produtos anunciando qualidade de vida. Bancos, empresas e serviços anunciando que você precisa ter mais tempo para você. Que a dona de casa precisa ter mais tempo para ela, que o executivo precisa ter mais tempo, que o pai precisa se dedicar mais aos filhos. Todo mundo está discutindo qualidade de vida, mas parece que tudo está só no discurso. A realidade de qualquer pessoa que está no mercado de trabalho hoje é exatamente o oposto. As pessoas estão trabalhando até tarde, aos fins de semana. As empresas estão cortando custos, baixando salários, demitindo. Parece haver uma desconexão entre o discurso da qualidade de vida e a realidade.

Mas não há, justamente, algo de errado com esse discurso da propaganda? A propaganda mexe com as aspirações das pessoas. Ela é um reflexo, nunca a imagem. Ela é uma imagem refletida do que se passa na sociedade, e muito do que a sociedade espera. O que as pessoas aspiram hoje é uma qualidade de vida melhor. Há toda uma geração que está questionando uma série de conceitos de competição absurda dentro das companhias, de ter que ganhar mais dinheiro, ter que fazer mais. Tem muita gente procurando maneiras alternativas de viver, trabalhar. Então a propaganda reflete isso e devolve à sociedade esse questionamento. As marcas querem se posicionar dessa maneira, só que isso é justo até certo ponto. Se a imagem que a mídia projeta estiver muito dissociada da realidade, a propaganda perde seu valor, perde sua autenticidade, sua verdade.

Arquivo pessoal

Com os quatro filhos, Fabiana, Sophia, Maria e Paulo

De forma geral, como foi sua infância? Eu nasci em São Paulo, mas com 3 meses fui para o Rio. Foi uma infância gostosa, pegando onda, surfando. Morávamos no edifício Chopin, ao lado do Copacabana Palace. Foi uma época excelente no Rio de Janeiro, os anos 70. Havia uma efervescência nas praias, na vida.

E quem eram seus pais? Minha mãe é pernambucana, formada em psicologia. Meu pai, carioca, era formado em odontologia, mas exerceu por pouco tempo a profissão de dentista. Ele tinha alergia a alguns produtos químicos, o que o levou a fazer outro curso, administração. Em 1968, ele foi enviado pela empresa onde trabalhava [era vice-presidente da Listas Telefônicas Brasileiras, empresa responsável por quase 70% dos catálogos telefônicos editados no país] para fazer um MBA na Suíça. Era uma formação que pouca gente tinha naquele tempo. Minha mãe, eu e meu irmão fomos juntos. Moramos à beira do lago Léman, em Saint-Sulpice, perto de Lausanne. Eu tinha 6 para 7 anos nessa época. Apesar de os meus pais terem se separado, não posso dizer que foi sofrido. Bom, teve uma época que meu pai resolveu deixar o emprego para ser empresário. Colocou todo o dinheiro que tinha numa empresa de importação. Então veio a crise do petróleo de 1973. O presidente Geisel taxou, da noite para o dia, as im portações de supérfluos em 100%. A gente precisou baixar nosso padrão de vida. Meu pai se esforçou muito para que a gente não tivesse que mudar de colégio, essas coisas. Tragicamente, ele morreu muito cedo, com 47 anos, de um ataque do coração.

E como surgiu a ideia de estudar na Alemanha? Eu passei no vestibular em desenho industrial, no Rio, na PUC e na UFRJ. Eu tinha um acordo com meus pais. Se passasse no vestibular, poderia trancar a matrícula e morar seis meses fora do Brasil. Meus pais já tinham se separado e minha mãe casou novamente com um alemão, Gunter, que representava um grande banco alemão no Brasil, o Bayerische Vereinsbank. O Gunter me ajudou muito. Como viajava com frequência para a Alemanha, visitava universidades, conversava com reitores e trazia material para mim, impressos maravilhosos de todos os cursos possíveis e imagináveis. Meu pai também me ajudou, me colocou em contato com um professor da Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro que me mostrou o que é desenhar uma cadeira, um pôster, aquilo pra mim foi importantíssimo. Então, em janeiro de 1980, eu embarquei para a Alemanha.

Foram quantos anos por lá? Sete anos. Quatro anos estudando, depois trabalhando. Trabalhei um tempo numa farmácia, entregando remédios na Baviera num furgão; trabalhei numa pizzaria. Um dia, soube na faculdade que estavam oferecendo uma vaga de arte-finalista numa agência de publicidade pequena, mas muito charmosa de Munique chamada RG Wiesmeier, que tinha clientes como a Vogue, a Agfa e as cozinhas Bulthaupt. Eu nunca tinha feito arte-final na vida, mas resolvi ligar na cara dura. Foi meu primeiro emprego numa agência.

Arquivo pessoal

Com o sócio, parceiro e amigo do peito José Luiz Madeira

Olhando assim em retrospecto, o que acha que aprendeu nesse período? A experiência na Alemanha me deu um contraponto interessante em relação à cultura brasileira, que é da anarquia, da criatividade. Aqui as coisas crescem organicamente, e a gente vai meio que fazendo, e adaptando, e mudando. Há pouca disciplina. Isso tem um lado bom, claro, porque é muito criativo, divertido, dinâmico. Mas não é tudo. Na Alemanha, entrei em contato com uma ideia, uma palavra, que, para mim, passou a ser superimportante: coerência. É como instalar uma coluna vertebral em um raciocínio, botar o raciocínio de pé. Aqui no Brasil as coisas às vezes são meio amorfas. Lá, aprendi a colocar em perspectiva os objetivos de um trabalho e pensar que só através da coerência um raciocínio é válido.

Quando voltou para o Brasil, você ficou quatro anos na DPZ, com o Francesc Petit. Ele foi uma figura especial na sua trajetória, não? Ele me ensinou coisas fantásticas sobre direção de arte. Ele, europeu, conhecia melhor a percepção dos brasileiros do que qualquer brasileiro na época. Uma vez, numa campanha para o Itaú, bolei uma série de anúncios com retratos lindos em P&B, com todo mundo sorrindo. Na minha apresentação do trabalho, Petit interveio: “Marcello, está muito bonito, lindo… Mas o Brasil é um país de pobre. Quem gosta de foto em preto e branco, de Sebastião Salgado, são os ricos, Marcello. Povo gosta de cor. Melhor colocar tudo colorido. Coloca tudo colorido, Marcello”. Ele era extremamente artístico, brilhante, criativo, tinha um senso de realidade e de propósito fantásticos, devo muito ao Petit.

Depois você foi para a DM9, trabalhar com o Nizan Guanaes. De lá, em junho de 1993, deu o salto para a sociedade na Almap. Como foi essa chegada? Esse foi o passo da vida, foi o passo da independência, foi o passo que tinha que dar certo, porque se não desse, eu estaria ferrado. Eu era um criativo mimado, tinha trabalhado na GGK, que era uma agência fantástica na Alemanha, tinha trabalhado com o Petit na DPZ, que era um charme de agência, fui trabalhar na DM9, que estava nascendo, aquela ebulição toda. Então fui parar na Almap, uma agência que estava em decadência, um modelo de comunicação dos anos 80, 70. Não tinha computadores, nada. Nunca vou esquecer do dia que cheguei lá, aquela sala, de tijolinho aparente, parecia uma casa de fazenda, com umas persianas tortas na janela, um pôster do O último tango em Paris na parede, meio desbotado, meio soltando e, no cantinho, uma samambaia velha. Fiquei olhando aquele lugar e pensei: “Acho que acabei de foder com a minha vida”. Esta va claro que eu tinha entrado numa fria. A gente teve que sentar e trabalhar, não tinha dinheiro pra contratar pessoas novas, nem pra mandar ninguém embora. Foi um trabalho de formiguinha. Fomos fazendo, construindo a agência aos poucos, pelo trabalho.

Arquivo pessoal

Com sua Dick Brewer amarela, em Oahu, Havaí

No fim de setembro o Guardian publicou uma reportagem que dizia que desde 1980 a economia global cresceu 380%. No mesmo período, o número de pessoas vivendo na pobreza, com menos de US$ 5 por dia, cresceu em mais de 1 bilhão. Do ponto de vista da média global de consumo estamos ultrapassando 50% a biocapacidade do planeta a cada ano. Depois de tantos anos na propaganda, como pensar este mundo em que aparentemente nem o consumo consciente pode salvar? Acredito que a ideia de efêmero define a nossa sociedade hoje. Há 50, cem anos objetos eram feitos para durar uma vida toda. Um relógio luxuoso há 20 anos era um relógio que duraria muitas gerações. Então, no século 20, surge a cultura da obsolescência programada, e com ela a palavra “inovação”, que para todo mundo hoje é um altar, uma religião, um mantra. Acho que há dois lados: legal, a inovação pode mudar a vida das pessoas, veja o caso do Uber, uma maneira simples de mudar a dinâmica das ruas. Mas existe um outro lado. Esse c elular, por exemplo. Daqui a seis meses ele vai estar velho, ultrapassado. Porque talvez surja uma câmera mais moderna, então vai ser preciso trocar o celular inteiro pra trocar a câmera. O celular antigo se torna lixo imediatamente. Isso é inovação. Qualquer produto hoje é criado para ter um ciclo de vida curto. O que se cria então é consumo atrás de consumo, e isso gera a embalagem, o lixo etc. A sociedade, hoje, está montada desse jeito. A publicidade, como sempre, é apenas a ponta do processo, ela reflete isso. A gente vende essa ideia de inovação. Se você olhar as campanhas hoje em dia, a palavra “inovação” é tudo. A mesma sociedade que se questiona sobre seu destino e sobrevivência no planeta é a que leva ao limite a ideia de inovação, com produtos que devem ser substituídos e superados a cada dia, numa velocidade cada vez maior. São discursos completamente antagônicos.

Ficou mais difícil ser publicitário? Se você conseguir ter uma visão crítica e ética, é possível seguir em frente. Vou dar um exemplo simples: imagine uma propaganda de automóvel que diz que o carro está tentando ajudar o planeta. Porque os tapetinhos do carro são feitos de garrafa PET reciclada. Há dez anos, isso talvez fosse um discurso viável, as pessoas pensavam: esse carro está ajudando a salvar o planeta porque ele tem tapetinhos de garrafa PET. Mas hoje isso não cola mais. Por que não cola mais? Porque a sociedade evolui. A propaganda vai a reboque da sociedade.

Mas agora, com as redes sociais, grupos que antes não tinham voz começam a questionar certos discursos. Há uma pressão por certa correção política. Acho que existe uma tendência hoje de as marcas quererem salvar o planeta. Todo mundo quer ser bonzinho, fazer o bem. Se sou uma marca de salgadinhos, estou lá fazendo batatinhas e pensando em salvar o planeta. É uma ambição que fica meio deslocada. A ambição da batatinha é ser gostosa e, se possível, saudável, ou menos prejudicial à saúde. Acabou. Mas agora temos a batatinha querendo salvar o planeta, o carro que vai salvar o planeta, o banco que vai salvar o planeta. As marcas estão com tanto medo das reações das mídias sociais que procuram um discurso que acaba se revelando… só discurso. Quais são as atitudes daquela marca em relação aos seus funcionários, ao meio ambiente, aos seus produtos? Não é fazer um tapetinho reciclado e dizer que sua marca está salvando o planeta. Isso, para mim, é o politicamente correto na propagan da hoje: quando as marcas começam a embarcar em um discurso do “bem”, sem que tenham realmente feito muito neste sentido.

Arquivo pessoal

Depois de receber o grand prix em Cannes, 1993

A sociedade brasileira é multifacetada, heterogênea, tem valores muito diferentes em cada lugar. O exemplo recente da Skol, por exemplo, do banner de ônibus, as mulheres ficaram putas, com razão, com a história do “Esqueci o não em casa”. Quando acontecem fenômenos do tipo, você acredita que as estratégias de campanha devam ser mudadas ou deve-se seguir até o fim com a ideia original? Olha, a gente fez um filme do Boticário há pouco tempo, de Dia dos Namorados, um filme simples, em que as pessoas trocavam presentes, só que havia, entre os casais, dois homens trocando presentes e duas mulheres trocando presentes. Nós fomos execrados pela Igreja, pelos evangélicos, por certas camadas da sociedade. Mas a gente sabia que poderia acontecer. O erro é quando não existe a consciência do que pode acontecer. Nós fizemos um filme da Havaianas em que o Cauã Reymond passava e uma velhinha falava para a neta: “Você devia pegar um que nem esse”. Então a neta fala: “Vó, mas eu não quero casa r”. E a a avó: “Mas eu não falei de casar, estou falando de sexo”. Esse filme causou estardalhaço, e a gente sabia que isso ia acontecer, porque você está alienando uma parcela da sociedade que não concorda com aquele comentário. Mas você tem que sentar com o seu cliente e falar: “Olha, isso pode acontecer”. Se houve um erro, acho que se deve tirar o filme do ar, claro. Mas é preciso pensar: o que nós estamos veiculando fere de alguma maneira os nossos valores? O que eu sou contra é as marcas e as agências aceitarem que existe um discurso único, da virtude. Isso é mentira. As pessoas não são assim.

Agora, as propagandas de cerveja não são exatamente um bom exemplo de diversidade de ideias, né? Sim, também acho as propagandas de cerveja parecidas. Elas sempre acabam voltando para o mesmo lugar porque existe um negócio chamado pesquisa de mercado. As companhias realizam pesquisas para mapear o que o consumidor quer, o que ele gosta. É este o problema: a fé inabalável na pesquisa de mercado, porque você está devolvendo para o consumidor sempre mais do mesmo. As pessoas tendem a buscar posicionamentos de campanha muito parecidos com os que já deram certo. A gente sabe que a sociedade brasileira é conservadora. Mas os clientes bons, os caras bons de marketing, procuram o diferente.

E a coisa do storytelling, a invenção de narrativas? Esse termo “storytelling” é o maior bullshit que já se inventou, é mais uma maneira de inventar um nome bonitinho para dizer aquilo que vovó Benta já fazia. Storytelling é velho, a gente faz isso, a gente conta a história de uma marca desde 1960, 1950, a propaganda faz isso, pega uma marca e conta a história dela. Agora, as histórias precisam ser verdadeiras, não adianta você inventar uma origem, uma tradição para um produto. Eu acho isso ruim, acho um desserviço. Com as mídias sociais, com a maneira que a sociedade está se comunicando, nenhuma história de mentirinha vai se sustentar durante muito tempo. A propaganda não pode inventar história, ela tem que fazer a história ficar bonita, tem que ser ancorada em uma realidade, senão fica muito frágil.

Arquivo pessoal

Com amigos numa boat trip para a Indonésia, 2004

Há muitos anos, a Almap atende a Volkswagen. Como caiu para você a notícia de que a empresa enganou autoridades reguladoras e adulterou o sistema dos carros turbo-diesel para parecer que eles poluem menos? O jornal alemão Die Welt chamou o caso de “o ato de estupidez mais caro da história da indústria automobilística”. Eu trabalhei para eles por 22 anos. Adoro a marca e sinto muito pelo que estão passando. Acho que a marca tem que passar pelo seu inferno como qualquer um de nós passa quando erra ou faz algo que não nos deixa orgulhosos. Marcas são falíveis, isso é um conceito novo incentivado pelas mídias sociais. São tão falíveis como qualquer um de nós. As marcas vão ter que ajoelhar no milho, assumir suas responsabilidades e se desculpar. Isso não é o fim, mas sim o começo de uma nova maneira de as marcas se relacionarem com as pessoas. Uma relação mais parelha. Mais honesta e sem a ilusão da infalibilidade ou de perfeccionismo. E eu acho que isso pode ter desdobramentos p ositivos, acelerar o desenvolvimento da tecnologia do carro elétrico, por exemplo. A história não acontece sempre com fatos bons, ela acontece com fatos ruins também, que podem gerar mudança.

O que você tem achado das ciclovias em São Paulo? Eu sou a favor da bicicleta, acho sensacionais as ciclovias, só acho que são feitas de uma maneira meio atabalhoada, algumas são ótimas, outras nem tanto. Mas eu acharia fantástico se a gente pudesse incentivar a bicicleta. Eu ando de bicicleta direto, só tenho medo de um ônibus me pegar, mas acho bicicleta fundamental.

E como você enxerga o momento atual do Brasil? Olha, eu acho que estamos vivendo um dos piores momentos da história do Brasil. Estamos vivendo uma quebra de ilusão muito forte. Eu vivi coisas muito ruins neste país. Nos anos 1980, o Brasil era um país pobre, subdesenvolvido moralmente, Sarney na presidência andando de Limousine rosa em Nova York. Era um país medíocre. Tinha coisas culturais bacanas, divertidas, mas a vida era uma merda. Então as coisas melhoraram, mas parece que foi tudo uma ilusão. Eu lembro quando saiu aquela capa do The Economist com o Brasil decolando, você lembra? Havia um clima de euforia: 40 milhões de pessoas entraram na classe média. Realmente, 40 milhões de pessoas entraram na classe média, só que elas continuam sem educação, não têm escola, não têm infraestrutura, não têm transporte. Elas têm uma televisão nova, uma geladeira nova, uma TV de plasma e um celular. Nós vivemos a ilusão de que o Brasil tinha mudado de patamar, de que ia ser uma país ma is justo, mas seguro, mais rico, mais desenvolvido, mais plural, no sentido de sociedade mesmo. E o que está acontecendo é esse clima de decepção.

Arquivo pessoal

Recebendo o Life Achivement Award, em 2008

E essa ideia de impeachment da Dilma, o que você está achando disso? Eu não gosto do PT, nunca votei no PT, não sou de direita nem nada, mas não acredito no discurso populista do PT. Mas eu sou contra o impeachment hoje porque não há nenhum dado legal que possa amparar isso. Por pior que a Dilma seja – e eu acho ela a pior presidente que o Brasil já teve, incompetente, arrogante, prepotente –, ela não é desonesta. Por mais que eu queira que ela saia, que o país consiga achar um novo modelo, o impeachment é injustificável.

Você fez um trabalho com a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, um vídeo, Guerra ao Drugo, sobre a questão do tráfico, da proibição das drogas. Você é a favor da descriminalização? Entrei nisso porque a minha esposa, Joanna, trabalhou com o Fernando Henrique Cardoso na Comissão. Eu tive contato com o Fernando Henrique, e achei extremamente relevante essa discussão. Toda a violência e a criminalidade hoje estão ligadas à criminalização da droga. Durante muitos anos, a sociedade criou um discurso único de erradicar as drogas, “um mundo sem drogas é um mundo melhor”. Esse discurso já não é mais compatível com a realidade. A droga faz parte da sociedade, ela tem que ser aceita, regulada. As pessoas que têm problemas com drogas devem ser cuidadas, e não presas. A guerra às drogas é isso, uma espécie de operação enxuga gelo. Quanto mais proíbe, mais aparecem drogas novas. É uma discussão urgente essa. Fico feliz de ter contribuído.

Na sua formação pessoal, as drogas tiveram algum papel? Olha, sem hipocrisia, fumei maconha quando moleque, nunca cheirei cocaína, nunca me interessou essa coisa acelerada, yuppie. Agora, eu jamais quis desenhar ou criar bebendo ou fumando maconha. Eu achava que podia me criar um vício de não conseguir ser criativo quando estivesse sóbrio.

Daniel Klajmic

Marcello Serpa em retrato para a Trip

E LSD, você experimentou? Não. Gostaria de ter experimentado. Quando tive a oportunidade, fiquei com medo. Foi na Alemanha. Tinha um amigo meu que fritou, e eu ouvia histórias estranhíssimas, como a de um cara que ficou dois dias olhando uma ilha em Angra, olhando a ilha ir e voltar, ficou um dia e meio assim. Essas coisas me tiravam o tesão, mas acho que perdi alguma coisa. Fumar maconha eu fumava e eu me lembro de uma experiência sensacional de ter fumado um baseado e ter assistido Apocalipse Now, no Cine Roxy, em Copacabana.

Falando em cinema, e Mad Men, a série, você gostou do final? É um dos melhores fins de série que já vi. O personagem, o Don Draper, com todos os problemas do mundo, todas as mentiras, com a alma completamente poluída, fodida, arrebentada, se refugia naquele centro de autoconhecimento, de meditação, para enfrentar seus demônios. Então ele chora, esquece o mundo da publicidade. Abandona isso tudo, renega tudo, não quer mais aquilo, quer descobrir um novo eu. Então, quando está ali, meditando, de olhos fechados, ele dá um leve sorriso. Corta para o filme da Coca-Cola, que é um filme super marcante da história da propaganda, um filme em que a Coca-Cola traduz o ideário hippie do amor, da compreensão entre os povos, tudo em volta de uma garrafa de Coca, no alto de uma montanha, todo mundo cantando. Naquele sorriso dele está o espírito da propaganda: “Isso dá um belo filme, uma bela campanha”.

TROFÉU DO “GA” DESTACA LUIZ LARA

Lara, Celina e Nizan: tributo a Affonso Serra

Um prêmio criado para homenagear os atuais profissionais da área de Atendimento não poderia ter outro nome senão Affonso Serra. E o primeiro ganhador também não poderia ser outro senão Luiz Lara. O chairman da Lew’Lara/TBWA foi o primeiro ganhador da premiação instituída pelo Grupo de Atendimento. Evento de entrega ocorreu na última quarta-feira (21) em São Paulo, durante o GA Summit, reconhecendo a contribuição profissional de Lara para a evolução da atividade. Nizan Guanaes, fundador do grupo ABC e ex-sócio da Serra na então revolucionária DM9 dos anos 90, participou da entrega do troféu, realizada por Celina Esteves, casada com Serra na época de sua morte, em 2010. Affonso Serra também atuou na W/Brasil, depois GGK com Nizan e no ano 2000, quando o sócio assumiu a presidência do iG, comandou a DM9. “Affonso viveu em alta velocidade. Cresceu em alta velocidade. Trabalhou em alta velocidade. Mas jamais derrapou na ética. E também se foi em alta velocidade”, discursou Nizan, lembrando a morte precoce de Serra aos 50 anos. Em seu agradecimento, Luiz Lara afirmou que os profissionais da comunicação publicitária são imprescindíveis. “Nenhuma empresa pode abrir mão do seu tom de voz ou parar de comunicar. As marcas são os principais ativos das empresas e estão no palco, sujeitas a crise o tempo todo. O que resolve é a comunicação. E marca que desaparece na crise, perde mercado”, concluiu.

BLOG DO ADONIS (SP) • NOTÍCIAS • 22/10/2015
(Reproduzido na íntegra)

Cidade Amiga do Idoso é concedido à Capital

A Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu a Porto Alegre a certificação Cidade Amiga do Idoso em razão das políticas públicas para pessoas com mais de 60 anos. A Capital é a primeira cidade do país a fazer parte da Rede Global de Cidades Amigas do Idoso, iniciativa criada pela OMS em 2010.A entrega da certificação ocorre hoje, às 10h, no Salão Nobre da Federasul (Largo Visconde do Cairú, 17, 7º andar). Durante o evento, serão entregues o 2º Troféu Maturidade Ativa e o Diploma Amigos do Conselho Municipal do Idoso. Entre os homenageados estão o arcebispo da Capital, dom Dadeus Grings, o presidente emérito do Grupo RBS, Jayme Sirotsky, e o folclorista Paixão Côrtes.

ZERO HORA (RS) • GERAL • 22/10/2015
(Reproduzido na íntegra)